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Mostrando postagens de Abril, 2010

Aranhas e cachorros, um sonho. A respeito de “para não terminar por ser falsos sem querer”

Adriana Tanese Nogueira
O meu artigo "Para não temrinar por ser falsos sem querer" foi lido por uma pessoa que espelhou-se nas situações relatadas. Ela me escreveu contando-me seu sonho da mesma noite, que vale a pena comentar em público por ser tão simples quanto esclarecedor da problemática e de sua solução.
         No sonho, a pessoa via um cachorro preto tranquilamente comendo num canto da sala. Entre ela e o cachorro havia uma aranha grande, no chão. Algumas outras estavam
espalhadas por aí. A sonhadora se sente angustiada pela presência da aranha e quer proteger o cachorro dela. Ou seja, ela precisa matar a aranha. E acorda.
         O cachorro simboliza o guia, o orientador instintivo. Ele permite diagnosticar uma situação sem passar pelas vias racionais, assim como um cão encontra água sem usar mapas. Não é preciso entender tudo racionalmente, certas coisas devem ser sacadas e pronto. Isso é instintividade. Quando uma pessoa se encontra numa situação enganosa e não…

Para não terminar por ser falsos sem querer

Adriana Tanese Nogueira
Há situações na vida nas quais nos deparamos com forças superiores aos nossos poderes. É o caso de muitas relações afetivas familiares. Não desejando ficar por fora, e às vezes por razões totalmente legítimas, uma pessoa encharca de óleo a máquina da relação para ser aceito no meio daqueles dos quais não pode ou não quer ser separado.

          O óleo na máquina é o carinho. A afetuosidade é usada como passaporte para passar por situações difíceis ou delicadas. Quanto mais espinhosa for a realidade mais a pessoa que se utiliza deste método de relação esforça-se para suavizá-la com os óleos aromáticos da sedução afetiva. Agradar e mostrar-se o mais possível “inocuos” é uma estratégia de caráter feminino, usada sobretudo por mulheres mas também por alguns homens.
         Desta forma obtem-se o visto de entrada na terra estrangeira onde outros valores e estilo de vida acontecem, nem sempre compatíveis com os nossos. À custa de muita flexibilidade emocional conseg…

Entender os sonhos e sair da superficialidade

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Adriana Tanese Nogueira

A maior parte das pessoas não acredita em sonhos. Os consideram sem sentido, esquisitos ou “malucos”. Quando tentam interpretá-los dão-lhes os códigos do mundo da vigilia, com o resultado de reafirmar o senso comum, ou então os manipulam para que expressem seus próprios desejos.
      Acreditem ou não, sonhos são independente de nós e do nosso querer, não seguem a lógica do dia e muito menos respeitam nossos valores. Sonhos vêm de outra